19.6.11

Dessa vez, não dá pra culpar ninguém

Me diz, querido, o que é que eu faço com você?
Qual vai ser a utilidade de todos os cenários que eu imaginei?
Pra onde eu mando todos os meus sentimentos?
Aonde eu guardo todas coisas bonitas que eu recolhi pra você?
Se bem que... esqueça. Não é seu dever me ajudar com isso.
Até porque, não é culpa sua.
A culpa é desse tal de coração, imprevisível como só.

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