29.1.12

Depois de ouvir uma declaração não muito agradável, fui para casa.
Escovei os dentes para tirar o gosto de ciúmes. Achei uma balinha, que logo coloquei na língua para adoçar as palavras.
É como eu sempre digo: não é fingir que está tudo bem. É saber que, apesar de tudo, está, realmente, tudo bem.
De alguma maneira, tudo o que ele dizia a fazia se sentir mal.
Depois, bem.
E aí, mal de novo.
Ela não entendia muito bem. Havia rumores de que ele era um mago.
Mas não era magia. Era só amor mesmo.