Vamos lá. Mais uma data especial, mais um texto carregado de sentimentos sinceros.
Sinceros como você. Sem firulas, sem grandes floreios. Apenas palavras. Nuas e duras palavras.
Parece esquisito esse meu apreço exagerado, mas o que posso fazer? Como não me apegar a um legado, a uma história de vida e arte? E, principalmente, como não me apegar a pessoa bonita de verdade que era você.
Às vezes eu perco o controle. Quero chorar, quero me sentir mal, quero ter pena de mim mesma, quero me fazer de coitada, quero, quero, quero tantas coisas relacionadas apenas a mim. Mas aí vem você, a sua história, a sua voz que são como um soco no meu estômago. Algo como "Shh. Não faça assim com você mesma. Procure ajudar quem está sentindo-se assim. Sinta-se bem."
Não existe um só dia que eu não pense em você. Que sua face não venha na minha mente. Que eu não celebre seu legado.
E que legado.
E que pessoa.
E que lindo que era, esse tal de John Winston Lennon.
Obrigada por me acalmar e por me ensinar que a maior dádiva da vida é mesmo o amor incondicional.
E por falar nele, acho que já sabe o que eu vou dizer.
Eu te amo. Incondicionalmente.

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