Preciso achar coisas novas para me segurar.
As coisas que sempre me deram consolo estão começando a se desfazer. Talvez seja pelo excesso de uso, pelo cansaço ou pelo desgaste do tempo mesmo.
As ruínas estão escorrendo por entre meus dedos, e não há nada que eu possa fazer, além de me despedir.
A rejeição, o esquecimento e o ato de fingir que eu não existo andam me machucando mais do que nunca.
A única saída que eu achei é uma armadilha disfarçada.
Como disse minha irmã, "Tá tudo caindo, não tenho pra onde fugir. Só me restou ficar aqui, parada, esperando o meu teto cair também."
6.11.10
3.11.10
Sufocada
Estou aqui, lutando para respirar.
Mas tem um buraquinho por onde entra o ar. Um buraquinho formado de músicas libertadoras e momentos únicos, recordações e imaginação.
A saudade aperta cada vez mais, as lágrimas fogem sem controle dos meus olhos, já cansados de tanta lamentação por tudo o que eu perdi.
Estou vivendo os melhores dias da minha vida. Pelo menos foi o que me falaram.
Mas tem um buraquinho por onde entra o ar. Um buraquinho formado de músicas libertadoras e momentos únicos, recordações e imaginação.
A saudade aperta cada vez mais, as lágrimas fogem sem controle dos meus olhos, já cansados de tanta lamentação por tudo o que eu perdi.
Estou vivendo os melhores dias da minha vida. Pelo menos foi o que me falaram.
Assinar:
Comentários (Atom)