É lógico que você tá morrendo de vontade de fechar o texto, mas me dá uma chance, pelo menos lê.
Eu amava você.
E de vez em quando ainda descubro um pouco desse amor em mim.
Mas a minha maturidade emocional era nula.
Eu não fui do jeito que você queria, nem você do jeito que eu imaginava.
Eu queria que a gente tivesse conversado mais.
Que eu tivesse feito mais carinho em você.
Que eu não tivesse sido insegura.
Que eu não tivesse te encontrado
aos parcos XVI.
Mas já foi.
E se você aparecesse na minha frente, com flores, com palavras, com gestos, eu te daria
todos aqueles beijos,
abraços,
carinhos,
colos,
cafunés,
endereçados a você
e que acabaram ficando aqui comigo.
Faria o passeio que tava marcado.
Faria uns textos do meu blog virarem verdade.
Errei com você, e
honestamente,
não sei julgar se você também errou.
Mas quero deixar registrado
que se eu pudesse voltar,
mudar,
Ah!,
mudava.