26.5.15

Desculpa.
É lógico que você tá morrendo de vontade de fechar o texto, mas me dá uma chance, pelo menos lê.

Eu amava você.
E de vez em quando ainda descubro um pouco desse amor em mim.

Mas a minha maturidade emocional era nula.
Eu não fui do jeito que você queria, nem você do jeito que eu imaginava.
Eu queria que a gente tivesse conversado mais.
Que eu tivesse feito mais carinho em você.
Que eu não tivesse sido insegura.
Que eu não tivesse te encontrado
aos parcos XVI.

Mas já foi.

E se você aparecesse na minha frente, com flores, com palavras, com gestos, eu te daria
todos aqueles beijos,
abraços,
carinhos,
colos,
cafunés,
endereçados a você 
e que acabaram ficando aqui comigo.
Faria o passeio que tava marcado.
Faria uns textos do meu blog virarem verdade.

Errei com você, e 
honestamente,
não sei julgar se você também errou.
Mas quero deixar registrado 
que se eu pudesse voltar,
mudar,
Ah!,
mudava.

Revisita

É como se eu estivesse tentando,
Firme e estupidamente,
Ser algo que eu não sou.
Com uma beleza que não tenho.
E um charme inexistente.
Conquistar alguém 
Que não foi feito pra ser meu.

Ó, sentimento de coração 
Com ferida aberta
Banhado em sal e limão 
Não me cause problemas. 

Te suplico.

25.5.15

Dessas coisas que nos acontecem
De uma vez por semana
Minha alma ficar alegre
Do meu corpo arder
Entrar em combustão 
E renascer
Até a próxima terça-feira.

17.5.15

Eu tenho medo
Porque não sinto
Mais que a gente combina
Tanto assim
Passamos o fim de semana todo
Evitando brigar
Mas agora você tá dormindo no quarto 
E eu, no sofá 
E eu não quero terminar 
Não me vejo sem você 
Não quero viver uma vida sem você 
Mas queria mudar 
Porque as coisas mais simples 
Mais banais
São as mais difíceis pra mim

Meu amor é enorme e calmo
Mas tem alguma coisa chacoalhando

Não sei se é você 
Se sou eu 
Se é nada

Se eu tô errada

Não sei