para ler ouvindo
Acordei antes de você. Abri os olhos lentamente e contemplei o seu rosto tranquilo, dormindo.
A sua respiração estava lenta, a cabeça pousada no travesseiro. Seu cabelo estava lindamente bagunçado, com o sol refletindo em seus poucos fios loiros perdidos na imensidão castanho-médio. Parecia tão bem.
Eu olhei para a sua expressão calma e me lembrei de tudo o que você já passou. Tantas turbulênciais, sentimentos confusos, inseguranças e inquietações... mas agora você está em paz. Comigo.
Não pude controlar a vontade de lhe acariciar. E, assim que me movi, seus olhos se abriram e se encontraram com os meus. Você sorriu esse sorriso de pérolas (que, para mim, vale muito mais do que as tais bolinhas provenientes das ostras) e passou a mão pelo meu cabelo. Entrelaçou seus dedos nos meus e perguntou usando o tom de voz mais bonito do mundo:
- Dormiu bem, meu bem?
Sim, dormi bem. E, contanto que você esteja ao meu lado, eu vou estar sempre bem.
9.8.11
6.8.11
F.I.N.E.
- Oi!
- Oba.
- Tudo bem?
- É, tudo. Você?
- Tô bem. Mas você não!
- Tô sim. (é, não tô)
- Claro que não tá.
- Falei que tô, para. (Me poupe do seu cinismo, você sabe o que fez)
- Ê, te conheço.
- Hm. (ME CONHECE? Se isso fosse verdade não estaria me questionando, teria consertado sus erros e pronto)
- Tem certeza de que tá tudo bem?
- Tenho. (Não)
- Bem, se você diz... Vou pra lá agora. Te vejo depois?
- A gente se tromba. (Não, não, tomara que não)
- Tchau, então!
- Tchau. (Idiota)
- Oba.
- Tudo bem?
- É, tudo. Você?
- Tô bem. Mas você não!
- Tô sim. (é, não tô)
- Claro que não tá.
- Falei que tô, para. (Me poupe do seu cinismo, você sabe o que fez)
- Ê, te conheço.
- Hm. (ME CONHECE? Se isso fosse verdade não estaria me questionando, teria consertado sus erros e pronto)
- Tem certeza de que tá tudo bem?
- Tenho. (Não)
- Bem, se você diz... Vou pra lá agora. Te vejo depois?
- A gente se tromba. (Não, não, tomara que não)
- Tchau, então!
- Tchau. (Idiota)
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